Convênio entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos), querem levar às escolas um kit que contém: Caderno “escola sem homofobia”, um conjunto de seis boletins, cinco áudio visuais, um cartaz pra escola, carta pro educador e educadora, embalagem onde está o material.
O kit tem como finalidade a educação contra a homofobia dos nossos pequenos, será dado à crianças de 7 a 10 anos.
Nos vídeos, um fala de um homossexualismo, outro fala da bissexualidade e outro da transexualidade. Há uma foto de dois meninos com no máximo 6 anos se beijando. E na narração de um dos vídeos o narrador fala que ao ser bissexual você tem uma maior chance, oportunidade de conhecer a pessoa que te dará mais prazer.
Tem-se toda a polêmica se é necessário mesmo que haja esse tipo de conhecimento em escolas, se os nossos pequenos precisam mesmo que o Estado os eduquem.
Será mesmo que o caminho para a educação sem preconceitos deve ser tão direto assim?
Eu concordo que deva haver sim uma educação na escola que crie uma base, mas não uma opinião formada.
Acredito que na escola a criança deve aprender que ela não pode discriminar o coleguinha porque o coleguinha preferiu colorir a árvore de azul enquanto ele preferiu colorir de verde, isso seria a base, ele saberia que cada um tem um gosto, que ele não precisa entender, mas que não é problema dele e nem vai afetar a vida dele os gostos alheios. O importante é que ele se preocupe com sua pintura e pronto. Com os seus afazeres e pronto.
Acho estranho que seja preciso introduzir nas crianças dessa idade conhecimentos sobre sexualidade, independente se hetero ou não. Crianças com essa idade tem que se preocupar em brincar, em aprender, em sorrir, em amar o coleguinha sem pensar em sexo, ou qualquer tipo de relação que leve à sexual.
Por isso acho que pode-se falar de preconceito sim, mas falar de algo que diga que cada um tem sua escolha, e eu não posso discriminar alguém porque escolheu o lápis de cor azul, e eu gosto de verde. Acho que teria que ser nesse nível e não ir direto ao ponto, e introduzir uma realidade à crianças, que nem adultos são obrigados a entender

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